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Inicio Destaques

Sociedade Civil Critica Uso de Helicóptero para Reprimir Revolta Popular em Maputo

Sheila Nhancale por Sheila Nhancale
Julho 15, 2025
em Destaques, Eleições, Política
Reading Time: 5 mins read
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- Questiona-se aonde o Governo arranja tantos meios para reprimir manifestações populares, se não consegue combater a criminalidade e a insurgência

- Líder da oposição, Venâncio Mondlane, convocou mais uma manifestação popular para os dias 24 e 25 deste mês

Por Sheila Nhancale

Maputo (MOZTIMES) - A revolta popular contra os resultados eleitorais desta segunda-feira, em Maputo, teve uma resposta musculada da Polícia, que incluiu o uso de meios aéreos para patrulhar os bairros periféricos da capital.

Um helicóptero tripulado por agentes da Polícia foi visto a sobrevoar diversos bairros da capital, sobretudo os assentamentos informais desordenados, onde a Polícia tem dificuldades em fazer patrulha terrestres devido à falta de ruas, ou porque as ruas existentes são muito estreitas para a circulação de viaturas policiais.

Testemunhas residentes nos bairros periféricos da capital afirmam que, do ar, o helicóptero ia atirando granadas de gás lacrimogêneo para dispersar as pessoas que se aglomeravam para se manifestar.

O helicóptero utilizado na operação de combate à revolta esta segunda-feira está matriculado na África do Sul. Segundo registos constantes da página web Aviapages, o helicóptero com matrícula ZS-RML é propriedade de empresa Henley Air, baseado em Johannesburg, no Aeroporto O.R Tambo. O helicóptero tem capacidade para transportar até três tripulantes.

A polícia moçambicana nunca tinha sido vista a usar meios aéreos para dispersar motins populares. Moçambique não possui muitos meios aéreos de combate à criminalidade. O país tem enfrentado o recrudescimento de crime organizado, como raptos de empresários para pedido de resgate, tráfico de drogas, com baldeamentos a acontecer no mar territorial e na costa, e a polícia tem falta de meios para combater a criminalidade.

O uso de helicóptero para dispersar revoltas populares urbanas foi criticada por organizações da sociedade civil local. Paula Monjane, do Fórum de Monitoria e Orçamento (FMO), diz que houve uso desproporcional dos recursos públicos.

"A nossa polícia tem estado a exibir força excessiva nas manifestações, desviando recursos que deviam ser usados no combate ao terrorismo, e estão a ser utilizados contra cidadãos indefesos e desarmados. É preocupante ver o Estado desviar fundos que deviam ser investidos em áreas fundamentais, optando por gastos desnecessários", disse Monjane em resposta a perguntas.

“Questionamos onde o Estado encontra tantos recursos, especialmente quando o mesmo governo tem dificuldades em pagar salários na função pública", acrescentou.

O Centro para a Democracia e Direitos Humanos (CDD), baseado em Maputo, também criticou o uso de helicóptero contra os manifestantes e disse que a resposta musculada da Polícia causou mortes e mais de uma centena de feridos.

“A intervenção da Polícia, que, pela primeira vez, contou com o reforço de um helicóptero - num país que está a soluçar perante os raptos, supostamente por falta de meios - e snipers espalhados no topo de alguns edifícios nas principais cidades, resultou em, pelo menos, três vítimas mortais em Maputo e Tete, mais de cem feridos, na sua maioria em Maputo, o principal palco das atrocidades policiais, que incluem ataque aberto e deliberado contra jornalistas”, refere o Centro dirigido por Adriano Nuvunga que também é presidente da Southern Africa Human Rights Defenders Network (Southern Defenders).

A Polícia também usou gás lacrimogénio para dispersar os manifestantes, incluindo jornalistas que cobriam o evento.

Orféu Lisboa, jornalista moçambicano e correspondente da Rádio e Televisão Portuguesa (RDP) em Moçambique esteve a cobrir as manifestações desta segunda-feira e conta que foi atingido por granadas de gás lacrimogénio, disparadas pela Polícia antimotim.

“O gás lacrimogênio foi simplesmente atirado para onde estavam todos, incluindo os jornalistas. Éramos um grupo de pessoas bem identificadas e creio que não havia naquele momento qualquer tipo de ameaça. Estávamos a entrevistar o candidato presidencial (da oposição) num lugar afastado da confusão”, comentou o repórter em entrevista.

"Foi um momento terrível, uma experiência negativa e sem igual. Em pleno exercício da minha actividade profissional, vi-me impedido e com medo do que mais poderia acontecer”, acrescentou.

O porta-voz do Governo, Filmão Suaze, negou esta terça-feira que tenha havido excesso na actuação da Polícia e diz que pode ter sido uma acção de pessoas interessadas em criar caos.

“Se tiver havido algum excesso na actuação das Forças de Defesa e Segurança no dia de ontem, há de ser matéria que ainda está em análise e estudo pelas Forças de Defesa e Segurança e em momento oportuno poderá haver pronunciamento”, disse Suaze no final da reunião semanal do Governo no gabinete do presidente.

O porta-voz do Governo acrescentou que é preciso confirmar se efetcivamente foram as Forças de Defesa e Segurança que usaram balas verdadeiras contra os manifestantes, ou se foram “outras pessoas interessadas em criar caos”.

O candidato da oposição Venâncio Mondlane voltou a convocar manifestações populares para os dias 24 e 25 de Outubro corrente, em todo o país. No dia 24 está previsto o anúncio dos resultados finais das eleições de 9 de Outubro, cujos dados preliminares conferem vitória ao candidato da presidencial do partido FRELIMO, Daniel Chapo e uma maioria parlamentar de mais de 75% ao partido FRELIMO. (SN)

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